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CDHIC participa da 58ª comemoração do Dia da Independência do Senegal

  

Nesta quarta, 4 de abril, a comunidade senegalesa de São Paulo contou com uma grande evento para celebrar a 58ª Comemoração do dia da Independência do Senegal, organizado pela Associação Senegalesa de São Paulo na Galeria Olido no centro da cidade.

Cerimônia se iniciou com apresentação do hino nacional do Brasil e do Senegal/ Foto: Natália Natarelli

 

O CDHIC participou da festividade que contou com a presença de autoridades senegalesas, representantes do poder público e da sociedade civil. Ao lado de Sadikhe Mbaye, responsável por assuntos consulares na Embaixada do Senegal em Brasília e de Babacar Ba, presidente da associação, nossa coordenadora jurídica, Clara Soares Nogueira, integrou a mesa de conversa sobre a nova Lei de Migração juntamente com Fabiana Galera Severo, defensora pública da União (DPU), Jennifer Anyuli, representante da Coordenação de Políticas para Migrantes da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, Jean Katumba, da ONG África do Coração, e Alex de Nascimento, sociólogo e ativista do movimento de migração.

 

Convidados participam da mesa sobre a nova Lei de Migração. Da esquerda para direita: Alex de Nascimento, Fabiana Galera Severo, Sadikhe Mbaye, Babacar Ba, Jennifer Anyuli, Jean Katumba e Clara Soares Nogueira/ Foto: Natália Natarelli

 

Os debates se centraram sobre as novas regras para regularização migratória, o processo de regulamentação da lei de Migração e os desafios para integração no Brasil. Mbaye, representante da Embaixada do Senegal, ressaltou a importância da contribuição econômica dos imigrantes para o país, as quais superam, por exemplo, a contribuição dos bancos de investimentos. Severo, da DPU, destacou os avanços trazidos pela nova lei, mas ressaltou que o contexto crescentemente conservador no Brasil coloca dificuldades para a regulamentação. Katumba, da África do Coração, colocou em questão o racismo no país e a necessidade de união de toda comunidade africana: “Somos irmãos. O Brasil não conhece senegalês, congolês, togolês, angolano... o Brasil conhece ‘africanos’”. Nogueira, do CDHIC, falou sobre algumas dificuldades que a regulamentação da nova lei vem trazendo ao processo de regularização e destacou a importância da participação dos migrantes nesse momento: “É muito importante que a voz, que o protagonismo seja do imigrante nos fóruns de discussão e espaços que tratam do tema da migração”.

 

O evento contou ainda com apresentações de música e dança realizada pelos grupos Baye Fall e SenAfrica Sabar e com um grande show do artista Pape Diouf, vindo diretamente do Senegal para o encerramento da festa.

 

Apresentações culturais dos grupos Baye Fall e SenAfrica Sabar encerraram o evento/ Foto: Natália Natarelli

 

Show do artista Pape Diouf reunião aproximadamente mil pessoas, segundo a Associação Senegalesa de São Paulo/ Foto: Associação Senegalesa de São Paulo

 

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